A economia do transporte público

notasenotas4

O debate sobre o financiamento do transporte coletivo de Curitiba reúne alguns dos mais quentes temas econômicos: subsídios, monopólios, regulação, preço, remuneração do capital privado. A prefeitura de Curitiba está lidando com tudo isso e não vai encontrar solução que não seja negociada com empresas, sindicatos e usuários.

Em alta

Juros

Para o Banco Central, a notícia é boa: o aperto nos juros está chegando ao consumidor. Para quem precisa de crédito, a conta é outra. A taxa média do crédito livre chegou a 31,5% ao ano em fevereiro.

The products are safe, genuine and cheaper as compared check out over here cialis 5 mg to women In contrast to their female counterparts, guys have lesser libido or sexual urge. A very common dosage which is provided to men around free get viagra is 100 mg. Impotence or Erectile Dysfunction condition in men is a common situation in http://appalachianmagazine.com/cialis-6239 order cialis online older people, but nowadays it is also seen in man whose whole body is roused for physical intercourse, but his gentile can’t be erected for making penetration. To check diabetes that occurs during appalachianmagazine.com sildenafil online pharmacy pregnancy (gestational diabetes).

Em baixa

Mantega

Passou quase em branco o fato de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ter se tornado o mais longevo na função. Ele nem se deu ao trabalho de comentar o rebaixamento da nota de crédito do Brasil. Quem liga?

O sistema de transporte ideal é o que oferece a maior qualidade pelo valor que mais pessoas topem pagar. Isso significa que os custos precisam ser revistos de forma incessante. O poder público pode contribuir para isso antes mesmo de negociar com as empresas. Um sistema de faixas exclusivas, por exemplo, reduz o tempo das viagens e o consumo de combustível. A bilhetagem eletrônica é outra área que pode receber melhorias (com planos para os usuários fiéis), mas seu efeito maior viria com uma negociação sindical que permitisse o fim da figura do cobrador – um anacronismo que não existe em dezenas de países.

As empresas devem aceitar o fato de que é preciso mais transparência na planilha de custos e que os ganhos de produtividade têm de ser revertidos em uma tarifa menor. Sua rentabilidade está garantida em contrato, ponto. E aqui produtividade significa ônibus com mais passageiros na média (conta difícil, que fecharia com mais tecnologia para atender flutuações de demanda, pontualidade e conforto), com menor consumo de insumos e horas de trabalho. No fim da conta, talvez ainda seja necessário um subsídio público para que o sistema seja atraente. Algo justo para um bem que atende a toda a cidade, mas que não pode se tornar um buraco negro do orçamento.

FGTS

O Banco Central vai poder se manifestar na ação do partido Solidariedade que pede a correção do saldo do FGTS pela inflação. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal e o BC argumenta que ele tem importância para o funcionamento do sistema financeiro. O assunto virou preocupação de verdade em Brasília e vai ser debatido no plenário do Supremo.

Outra briga envolvendo o fundo é sobre quem manda no dinheiro. Um projeto de lei aprovado no Senado e que foi para a Câmara cria a alternância na presidência do conselho que gere o fundo. Hoje a função está exclusivamente na mão do Ministério do Trabalho e o governo quer que continue assim.

Caixa cheio

A empresa curitibana de locação de veículos Ouro Verde encerrou a captação de R$ 250 milhões, feita através de debêntures (títulos privados). A captação coincidiu com a desistência da empresa de lançar ações na bolsa. A Ouro Verde não comenta a mudança de estratégia.

Troca

As redes de supermercados Condor e Muffato trocaram de posição no ranking de maiores do ramo no país, feito pela Abras. O Condor ficou em sexto lugar, seguido pelo Muffato, com faturamento de R$ 3,2 bilhões no ano passado.

Gasolina batizada

O governo federal estuda o impacto do aumento do limite para a mistura do álcool na gasolina de 25% para 27,5%. Seria uma medida para reduzir a pressão de custos sobre a Petrobras, que tem prejuízo na importação de gasolina, e agradar a indústria de etanol. E também é uma forma de fazer o consumidor pagar mais caro sem saber. O preço na bomba continuaria o mesmo, enquanto o rendimento no carro cairia.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *